
Rodrigo Prado | Goiânia, 05 de Agosto de 2026
Esse pedido não deveria ser necessário. A história de Iris Rezende fala por si. Mas, infelizmente, há quem tente diminuí-la.
Isso não começou agora. Em 2016, durante a campanha pela Prefeitura de Goiânia, adversários insistiam em dizer que Iris estava “velho”, como se idade fosse sinônimo de incapacidade. O resultado todos conhecem: Iris venceu a eleição e voltou a administrar Goiânia.

Em 2020, quando sua gestão alcançava elevados índices de aprovação, muitos acreditavam que ele tinha plenas condições de disputar e conquistar mais um mandato. No entanto, Iris anunciou que não seria candidato à reeleição, encerrando uma trajetória de décadas dedicadas à vida pública.
Independentemente das interpretações sobre os bastidores daquela decisão, é inegável que Goiânia deixou de ter a oportunidade de decidir nas urnas se desejava ou não reconduzir Iris Rezende ao cargo.
A história não pode ser reescrita por conveniências políticas. Iris Rezende foi prefeito, governador, senador e ministro. Transformou Goiânia e Goiás com trabalho, diálogo e uma capacidade de agregar pessoas como poucos líderes tiveram.
E, se existe alguém que tem autoridade moral para falar de Iris, defender seu legado e falar em seu nome, esse alguém se chama Ana Paula Rezende. Não por ser sua herdeira política, mas por ser sua filha, por conhecer de perto os valores, os princípios e a história do homem que marcou gerações.

Os amigos de ocasião, e até mesmo aqueles que hoje escolhem atacar Ana Paula Rezende, deveriam fazer uma reflexão. Em vez de tentar desqualificar quem carrega o sobrenome e a história de Iris, deveriam se envergonhar e se unir na defesa do legado de um dos maiores líderes que Goiás já produziu. Muitos dos que hoje a criticam foram acolhidos, ajudados ou tiveram portas abertas por Iris Rezende ao longo de suas trajetórias políticas.
Entre aqueles que atacam Ana Paula Rezende e a própria Ana Paula, eu fico com Ana Paula. Porque ela demonstra dignidade, lealdade e respeito à memória do pai. E dignidade é justamente o que parece faltar a muitos dos que hoje tentam diminuir sua voz e, consequentemente, a grandeza da história de Iris Rezende.











